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Uma viagem é uma coisa muito séria: ninguém regressa igual a casa. (Gonçalo Cadilhe)

Ilha de Santiago

Quando decidi que Cabo Verde seria o destino das férias, não me quis ficar apenas por uma ilha. Além da ilha do Sal, achei que era uma mais valia visitar Santiago, a maior e a ilha mais africana de todas onde está a capital administrativa do arquipélago.

Nos seus 75km por 35km, Santiago esconde uma paisagem mais verde, com montanhas escarpadas e vales verdejantes com fragmentos de história que nos transportam aos anos do colonialismo.

Aterrámos cedo no Aeroporto Nelson Mandela, aí já nos esperava o transfer para a cidade da Praia, a capital da ilha, para o Hotel Oasis Praiamar. A estrada que hoje faz a ligação da cidade ao aeroporto já foi, em tempos, a própria pista do aeroporto, hoje em dia aumentado.

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Ilha do Sal

Sal, lugar de opostos, as areias douradas e as águas cristalinas opõem-se às paisagens áridas e à terra infértil, os hotéis à beira mar cheios de turistas opõem-se à vida difícil de pescador e às barracas de Terra Boa. Ainda que reinem neste lugar a paz e a tranquilidade, a vida do povo está longe de ser fácil.

Num lugar como a ilha do Sal, uma ilha pequena, com poucas atracções turísticas é difícil fugir à vida de lontra de comer, dormir e preguiçar. Ainda assim, pode-se contornar um pouco esse tipo de férias e sair à descoberta os lugares, das gentes, da comida e da morabeza cabo-verdiana.

A morabeza está para os cabo-verdianos como a saudade está para os portugueses, não se explica, sente-se. A morabeza está na filosofia de vida dos cabo-verdianos, muito própria das pessoas descontraídas, amáveis, disponíveis e alegres.

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Cabo Verde: Sal e Santiago

Nunca antes tinha pisado continente Africano, foi uma estreia.

A viagem foi marcada de repente, ainda assim não quis deixar de conhecer 2 das 10 ilhas do arquipélago de Cabo Verde.
Ainda que a viagem tenha tido lugar já em Setembro passado não poderia deixar de registar as paisagens e os momentos mais marcantes da minha passagem pelo Sal e por Santiago.

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Do aeroporto de Orly para Paris

Existem diversas formas de ir do aeroporto de Orly para a cidade de Paris e vice-versa, umas mais em conta, outras mais rápidas.

Nesta viagem experimentámos duas maneiras diferentes de nos deslocarmos de e para o aeroporto de Orly.

À chegada indicaram-nos que devíamos apanhar o autocarro 285 para Villejuif. Tendo em conta que aterrámos em Orly Oest, tivémos de caminhar cerca de 2km até encontrar a paragem do 285 (“Arrête 12”). O autocarro para Villejuif demorou cerca de meia hora e custou 1.90€ cada um. À chegada a Villejuif descemos para o metro, pagámos 1.70€ cada um e apanhámos a linha 7 rosa, na Opera trocámos para a linha 3 verde azeitona, em Villiers trocámos para a linha 2 azul até que chegámos a Blanche (Montmartre). Este percurso todo de metro foi cerca de hora e meia.

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Paris de baixo para cima (23 Outubro)

O plano deste terceiro dia na cidade-luz incluía a visita ao bairro de Montparnasse, com passagem pelo cemitério, Jardin du Luxembourg, Panteão no Monte da Genoveva, Jardim das Plantas, Centro Georges Pompidou, Opera Garnier, Galerias Lafayette e cemitério de Montmartre.

Para ser diferente, tomámos o pequeno almoço num sítio diferente na Rue Lepic, onde estávamos, que havia muita escolha, desta vez fomos ao Lux Bar comer o habitual “pan au chocolat” e café. Apanhámos o metro em Blanche (linha azul) em direcção a Nation, em Barbès Rochechouart trocámos para a linha rosa (direcção Porte d’Orléans) e subimos à superfície em Montparnasse Bienvenue.

Começámos por percorrer o bairro de Montparnasse e as suas largas ruas até ao cemitério do bairro, um dos quatro maiores de Paris, todos construídos na mesma época e que também guarda os restos mortais de alguns famosos. Neste cemitério visitámos a campa de Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir (filósofos) e de um humorista francês.

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Paris de uma ponta ‘a outra (22 Outubro)

O plano de visitas para este segundo dia em Paris incluía o Parque de Buttes-Chaumont, o Cemitério de Père Lachaise, a Praça da Bastilha, a Praça de Vosges, o Louvre, o Palácio da Justiça, la Conciergerie, Sainte-Chapelle, a Catedral de Notre Dame e o Sacré Coeur.

Como ainda não tínhamos tido oportunidade de entrar, só tínhamos uma foto tirada de fora, fomos tomar o pequeno almoço ao Café onde foi gravado “O fabuloso destino de Amelie Poulin”, o Café 2 Moulins. Comemos um “pan au chocolat” e um café e seguimos a nossa viagem rue Lepic abaixo para apanhar o metro lá em baixo ao pé do Moulin Rouge.

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Bonjour Paris (21 Outubro)

Antes de viajar para a cidade-luz fiz um plano de visita aos monumentos e locais de maior interesse, tendo em conta os três dias completos de estadia em Paris, dividi a cidade em três partes e designei monumentos e locais para cada dia.

O objectivo desta viagem era, essencialmente, conhecer Paris a pé, usando o metro apenas quando realmente necessário. O plano para o primeiro dia incluía Arco de Lá Defense, Arco do Triunfo, Trocadéro, Torre Eiffel, Museu d’Orsay, Place de la Concorde, Jardin de Tuileries, Arc du Carroussel e um tour nocturno de bicicleta pela cidade.

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Nova Iorque vista de cima (4 Julho)

O dia 4 de Julho é o dia do feriado americano, o dia da Declaração da Independência dos Estados Unidos da América, cujas comemorações vimos tantas vezes em diversos filmes. Num dia tão importante como este pensámos que seria difícil visitar qualquer que fosse o monumento. O avião esperáva-nos ao final da tarde, pelo que de manhã ainda havia tempo para visitar o Empire State Building.

No hotel havia um balcão onde podíamos adquirir bilhetes para monumentos e espectáculo, claro que aproveitámos a oportunidade para saber se o Empire State Building estaria fechado e, não estando, comprámos logo ali os bilhetes para evitar filas que se costumam fazer grandes. O meio de transporte mais utilizado nestes dias em Nova Iorque foi, sem dúvida, o par de sapatilhas. Com os bilhetes no bolso, metemos sapatilhas ao caminho e lá fomos nós numa bela caminhada pela manhã até ao Empire State Building que fica na intersecção da 5th Avenue com a West 34th Street.

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City Tour em Nova Iorque (3 de Julho)

Uma vez que tínhamos cerca de 2 dias para visitar a imensa Nova Iorque, que tanto tem para ver, optámos por um City Tour na manhã do segundo dia de estadia na Big Apple.

Nova Iorque não tem uma ponta por onde se comece mas nada melhor que começar na zona do coração verde da cidade. O Columbo Circle, uma homenagem ao navegador europeu Cristóvão Colombo, foi construída em cumprimento dos 400 anos da América. Esta estátua fica na intersecção da Broadway com Central Park West, Central Park South (59th Street) e Eighth Avenue no sudoeste do Central Park.

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Nova Iorque, cheguei! (2 de Julho)

Quando abri os olhos já pela manhã ainda o cruzeiro não tinha atracado no porto de Miami. Como havia um avião para apanhar, foi precisa muita pressa na hora de arranjar, fechar malas, tomar pequeno-almoço e sair para tentarmos ser dos primeiros a sair (por volta das 7h da amanhã) sob risco de perder o avião para NY. Habitualmente as pessoas que saem depois das 9h da manhã do cruzeiro podem meter as malas à porta dos quartos na noite antes da saída e as malas são recolhidas e entregues já fora do cruzeiro. Como nós tínhamos pressa levámos as nossas malas e lá fomos nós à nossa vida, com a curiosidade de quem está prestes a conhecer a Big Apple. No raio-X do aeroporto vi pela primeira vez uma máquina inovadora que nunca tinha visto em nenhum dos aeroportos por onde já passei, entra-se lá para dentro descalço (o chão estava frio) e à primeira impressão parece uma cabine de duche mas não sai água de lado nenhum, a máquina tira uma espécie de fotografia a 360º, não vá alguém ter uma pistola escondida sabe Deus onde. Não contentes por me terem tirado uma radiografia ainda me quiseram revistar a mochila, ora eu vou sempre com a mochila cheia de coisas, é livros, revistas, bolachas, carteira, máquina fotográfica, passaporte, toalhitas, casaco, lenço, óculos de sol, entre outras tantas coisas. Com o que é que estes senhores podiam embirrar? Com a imagem da Nossa Senhora de Fátima que carrego na carteira há uns 10 anos e que já viajou comigo pelo mundo fora! E explicar o que era aquilo em inglês? Tenho cá para mim que a religião assusta os americanos, seja ela qual for.

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