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Uma longa viagem

A aventura asiática começou bem cedo, às 7h30 já aguardávamos o Expresso com destino ao aeroporto. Foi uma viagem tranquila, tendo como companhia um padre com sotaque de Viseu, íamos abençoados!

No aeroporto em Lisboa, em consequência de um conjunto de obras, começou a confusão. O check in online não nos valeu de nada, tivémos de esperar na fila como os outros para despachar a mala, a fila era confusa, as pessoas não sabiam onde se posicionar porque a meio da confusão, a fila dividia-se em três. Ao fim de uma hora lá se conseguiu proceder à entrega das malas e na porta de embarque já havia uma fila. Metemo-nos na fila cheios de moral a pensar que os alemães seriam educados e organizados, mas assim que começou o embarque os alemães que estavam sentados na sala de embarque aglomeraram-se junto à entrada, sem respeitar a fila que já lá estava.

A viagem até Frankfurt foi tranquila mas, senhores da Lufthansa, se me estão a ouvir, macarrão com queijo e molho de tomate não é almoço em parte nenhuma do mundo. Uma Visão e meia depois, um sono e umas músicas depois aterrámos em Frankfurt. Sobrevoar a Alemanha é uma coisa que dá gosto, é tudo muito verde e alinhado. A parte chata da viagem foi mesmo ter de esperar no aeroporto das 16h às 21h pelo voo de ligação para Singapura. Ao chegar a Frankfurt reparámos que um dos nossos não tinha o cartão de embarque para o voo seguinte, no meio da confusão em Lisboa a senhora não o devolveu. Começámos a nossa luta para encontrar um balcão (que estivésse a funcionar) da Lufthansa para imprimir novo cartão de embarque. Foi um pequeno drama que se resolveu bem.

Alapámo-nos num café/restaurante para comer/beber qualquer coisa e por lá ficámos entre umas linhas de conversa e umas cervejas. Continuo a achar que não há cerveja como a Sagres.

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